Cuidar da sua imunidade é cuidar de toda a sua saúde.
Investigação cuidadosa e tratamento individualizado para alergias e imunidade, atendimento adulto e infantil, presencial em Passo Fundo ou por consulta online.
Adulto e infantilPresencial e onlineCRM-RS 27.360 · RQE 19.034
A Dra. Melissa Thiesen Tumelero é médica alergista e imunologista, formada em Medicina pela UPF em 2002. Fez residência em Clínica Médica no Hospital São Vicente de Paulo, em Passo Fundo, e especializou-se em Alergia e Imunologia na USP de Ribeirão Preto, uma das principais referências do país na área.
Desde 2007 atende em Passo Fundo, em consultório próprio, pacientes de todas as idades, com muita escuta, atenção e foco na melhora das alergias e da qualidade de vida. Para ela, a alergia e imunologia é uma especialidade fascinante: cuida de vários sistemas do corpo e evolui rápido, com novos diagnósticos e tratamentos a cada ano.
Eu escolhi a imunologia porque ela está na base de quase tudo na medicina. Nunca quis tratar só o sintoma, sempre quis entender a origem.
Graduação em Medicina pela UPF (2002)
Residência em Clínica Médica no HSVP, Passo Fundo
Residência e especialização em Alergia e Imunologia na USP de Ribeirão Preto
Título de Especialista em Alergia e Imunologia pela ASBAI
Fellow da Academia Americana de Alergia, Asma e Imunologia (AAAAI)
Membro dos Departamentos de Imunoterapia e de Tosse e Asma da AAAAI
Membro da EAACI (Academia Europeia de Alergia e Imunologia Clínica)
Membro do Departamento de Dermatite de Contato da ASBAI
Membro de sociedades internacionais de dermatite de contato (ACDS, nos EUA, e ESCD, na Europa)
Membro da Comissão de Ligas Acadêmicas da ASBAI
Professora de Imunologia no curso de Medicina da UPF
Professora em cursos de capacitação para outros alergistas do Brasil, com foco em teste de contato
Médica assistente na residência médica de Dermatologia da UFFS, Passo Fundo
Presença anual no maior congresso da especialidade no mundo (AAAAI) desde 2006
Cada alergia tem uma história e um caminho de cuidado. Escolha abaixo a que se parece com o que você sente e veja, com calma, o que ela é e como pode ser tratada.
Urticária: quando as manchas aparecem, coçam e somem sem explicação
Surgiram de repente manchas vermelhas, elevadas, que coçam muito, e o mais estranho: elas somem de um lugar e reaparecem em outro? Às vezes acompanhadas de inchaço nos lábios, nos olhos ou nas mãos? Isso tem nome, tem explicação, e tem tratamento.
O que é a urticária
A urticária é uma reação da pele que forma placas avermelhadas e elevadas, parecidas com picadas, acompanhadas de coceira intensa. A marca registrada dela é ser passageira em cada ponto: uma lesão surge, dura de minutos a algumas horas, some sem deixar marca, e outra aparece em outro lugar. Em parte dos casos vem junto o angioedema, que é um inchaço mais profundo, geralmente em lábios, pálpebras, mãos ou pés.
Por que ela acontece
A urticária surge quando algumas células da pele liberam substâncias, principalmente a histamina, que provocam a vermelhidão, o inchaço e a coceira. Esse gatilho pode ter várias origens: infecções (uma virose recente, por exemplo), alimentos, medicamentos, estímulos físicos como calor, frio ou pressão na pele, e, em muitos casos, uma causa que só a investigação revela. Um detalhe importante: nem toda urticária é alergia no sentido clássico, e descobrir o mecanismo por trás dela é o que direciona o tratamento certo.
Urticária aguda e urticária crônica: a diferença que muda tudo
Quando os episódios duram menos de seis semanas, falamos em urticária aguda, em geral ligada a um gatilho pontual. Quando as lesões vão e voltam por mais de seis semanas, é a urticária crônica, e aqui está o ponto que muda o cuidado: a urticária crônica raramente se resolve sozinha e quase nunca é apenas nervoso ou algo que você comeu. Ela pede investigação específica e acompanhamento ao longo do tempo, porque o controle é construído, não encontrado numa única consulta.
Como eu investigo a sua urticária
Cada caso de urticária é diferente, então a investigação começa pela conversa: quando começou, com que frequência aparece, o que parece piorar, se há inchaço junto, como está afetando o seu sono e o seu dia. A partir daí, quando necessário, exames direcionados ajudam a entender o mecanismo e a afastar outras causas. O objetivo nunca é só aliviar a coceira de hoje, é entender por que ela acontece, para tratar de verdade.
A urticária tem tratamento
Sim, e na grande maioria dos casos ela é bem controlada. O tratamento é individualizado, ajustado à intensidade e à frequência dos seus sintomas, e acompanhado ao longo do tempo para encontrar a menor medicação que mantém você livre das lesões. O que eu quero que você saiba desde já: conviver com coceira diária, noites mal dormidas e o incômodo constante não precisa ser a sua rotina. Existe caminho.
Quando procurar uma alergista
Se as manchas se repetem, se vêm com inchaço, se atrapalham o seu sono ou a sua rotina, ou se já duram mais de seis semanas, vale uma avaliação. Quanto antes se entende a causa, mais rápido se chega ao controle.
Perguntas frequentes sobre urticária
Urticária é contagiosa? Não. Ela não passa de uma pessoa para outra.
É sempre alergia a algum alimento? Não. Alimento é uma das causas possíveis, mas muitas urticárias, especialmente as crônicas, têm outros mecanismos. Por isso a investigação importa.
Urticária crônica tem cura? A maioria dos casos é muito bem controlada, e em parte deles a urticária entra em remissão com o tempo. O acompanhamento é o que garante o controle enquanto ela dura.
Posso só tomar antialérgico por conta própria? O antialérgico ajuda, mas dose, tipo e tempo variam de caso para caso, e a automedicação pode mascarar a investigação da causa. O ideal é avaliar.
Se você se reconheceu aqui, não precisa conviver com isso. Vamos entender a sua urticária e construir o tratamento certo para você.
Espirros em sequência, nariz entupido ou escorrendo, coceira no nariz, nos olhos e na garganta, aquela sensação de estar sempre meio resfriado? Se isso se repete, principalmente em certas épocas, ambientes ou horários, pode ser rinite alérgica.
O que é a rinite alérgica
A rinite alérgica é uma inflamação da mucosa do nariz que aparece quando você respira partículas que o seu corpo entende como ameaça. Os sintomas clássicos são espirros, coriza, nariz entupido e coceira no nariz e nos olhos. Não é frescura, e não é o mesmo que um resfriado que não passa.
Por que ela acontece
Em quem tem rinite, o sistema imune reage a partículas inofensivas do ar, liberando histamina e inflamando o nariz. Na nossa região, os gatilhos mais comuns são os ácaros da poeira doméstica, o mofo, os pelos de animais e o pólen. Por isso os sintomas costumam piorar ao acordar, ao arrumar a casa ou em ambientes fechados e empoeirados.
Resfriado ou rinite? A diferença que ajuda
O resfriado é uma infecção viral, dura cerca de uma semana, costuma vir com febre e mal-estar, e vai embora. A rinite alérgica volta sempre, não dá febre, está ligada a gatilhos e tem aquela coceira característica no nariz e nos olhos. Rinite mal controlada rouba o sono, atrapalha a concentração e pode andar junto com sinusite e asma.
Como eu investigo a sua rinite
Começo pela conversa: quando os sintomas aparecem, o que parece piorar, como está o seu sono e a sua rotina. A partir daí, quando necessário, os testes alérgicos ajudam a identificar exatamente a que você é sensível, o que direciona tanto o cuidado do ambiente quanto o tratamento.
A rinite tem tratamento
A rinite tem, sim, muito bom controle. O caminho combina reduzir a exposição aos gatilhos, a medicação adequada para o seu caso e, em situações selecionadas, a imunoterapia (a vacina para alergia), que atua na causa e diminui a sensibilidade ao longo do tempo. O objetivo é você respirar bem e parar de conviver com o nariz entupido como se fosse normal.
Quando procurar uma alergista
Se os espirros e o nariz entupido são frequentes, se atrapalham o seu sono ou o seu dia, ou se você já se acostumou a viver assim, vale uma avaliação. Quanto antes se entende o gatilho, mais rápido se chega ao alívio.
Perguntas frequentes
Rinite alérgica tem cura? É uma condição de controle, e na maioria dos casos o controle é muito bom. A imunoterapia pode reduzir a sensibilidade aos gatilhos ao longo do tempo.
Rinite e sinusite são a mesma coisa? Não, mas têm relação: a rinite mal controlada pode favorecer a sinusite. Por isso tratar a rinite ajuda a evitar complicações.
Criança pode ter rinite alérgica? Sim, é muito comum na infância, e tratar cedo melhora o sono, o rendimento na escola e a qualidade de vida.
Preciso fazer teste para tratar? Nem sempre, mas o teste ajuda a identificar os gatilhos e a personalizar o tratamento e o cuidado com o ambiente.
Se o seu nariz não dá trégua, dá para mudar isso. Vamos entender os seus gatilhos e montar um tratamento para você respirar melhor.
Chiado no peito, tosse que insiste (principalmente à noite ou depois de se esforçar), falta de ar, aquela sensação de peito apertado? A asma tem controle, e viver bem com ela é totalmente possível.
O que é a asma
A asma é uma inflamação crônica das vias aéreas. Os brônquios ficam inflamados e sensíveis e, em contato com um gatilho, se estreitam, o que causa o chiado, a tosse, a falta de ar e a sensação de aperto no peito. Ela pode estar presente mesmo quando você está sem sintomas, e é disso que o tratamento cuida.
Por que ela acontece
Existe uma predisposição, somada a gatilhos que desencadeiam as crises: alérgenos como ácaros, pelos e pólen, infecções respiratórias, fumaça, ar frio e até o exercício. Em muita gente, a asma anda de mãos dadas com a rinite alérgica, e cuidar de uma ajuda a controlar a outra.
Asma não é só a crise
Um dos maiores enganos é achar que a asma só existe na hora da crise. Ela é contínua, e o objetivo do tratamento é justamente manter a inflamação sob controle para que as crises não apareçam. Com o acompanhamento certo, quem tem asma leva uma vida normal, pratica esporte e dorme tranquilo.
Como eu investigo a sua asma
Escuto a sua história, examino, avalio a função pulmonar quando é indicado e investigo os gatilhos alérgicos, porque controlar a alergia é parte de controlar a asma. Cada plano é montado para o seu caso e para a sua rotina.
A asma tem tratamento
A asma tem excelente controle. O tratamento combina a medicação de controle (contínua, que cuida da inflamação) com a de alívio, o cuidado com o ambiente e, quando há componente alérgico, a imunoterapia em casos selecionados. O objetivo é claro: menos crises, menos bombinha de alívio e mais qualidade de vida.
Quando procurar uma alergista
Se o chiado, a tosse ou a falta de ar aparecem com frequência, se você usa muito a bombinha de alívio, se acorda à noite com sintomas ou já teve crises, é hora de avaliar. Asma mal controlada é coisa séria, e o acompanhamento faz toda a diferença.
Perguntas frequentes
Asma tem cura? É uma condição crônica, de controle, e a grande maioria das pessoas vive muito bem com o tratamento adequado.
A bombinha vicia? Não. O medo da bombinha é um dos maiores obstáculos ao bom controle; usada de forma orientada, ela é segura e importante.
Criança com asma pode fazer esporte? Pode e deve, quando a asma está controlada. A atividade física faz bem e é incentivada.
Asma e rinite têm relação? Sim, com frequência aparecem juntas. Tratar as duas em conjunto melhora o resultado.
Respirar sem aperto pode virar a sua rotina. Vamos entender a sua asma e construir um plano para você viver com mais liberdade.
Dermatite atópica: quando a pele vive seca, vermelha e coçando
Pele seca, áspera, que coça muito e vive com vermelhidão, às vezes desde bebê, com fases que melhoram e voltam? A dermatite atópica, também chamada de eczema, tem acompanhamento e tem controle.
O que é a dermatite atópica
A dermatite atópica é uma inflamação crônica da pele que deixa a barreira de proteção dela mais frágil. O resultado é uma pele seca, com coceira intensa e placas avermelhadas que aparecem e melhoram em ciclos. É muito comum na infância, mas pode continuar ou surgir na vida adulta.
Por que ela acontece
Ela nasce da combinação de uma barreira da pele mais frágil, um sistema imune mais reativo e gatilhos do dia a dia: ressecamento, calor e suor, tecidos ásperos, sabonetes agressivos, estresse e, em parte dos casos, alguns alérgenos. Costuma aparecer junto de rinite e asma, no que chamamos de marcha atópica.
Não é falta de higiene, e não é contagiosa
Vale dizer com todas as letras: dermatite atópica não é sujeira nem descuido, e não passa de uma pessoa para outra. Na verdade, a pele precisa de menos agressão e mais hidratação, e não de mais banho quente e esfregação, que só pioram o quadro.
Como eu investigo o seu caso
Parto da sua história e do exame da pele: quando começou, o que piora, como está afetando o sono e a rotina. Quando faz sentido, investigo gatilhos e alergias associadas, sempre com cuidado para não restringir a vida à toa.
A dermatite atópica tem tratamento
Sim, e faz muita diferença. O tratamento combina o cuidado diário da pele (hidratação e produtos suaves), o controle dos gatilhos, a medicação nos períodos de crise e o acompanhamento ao longo do tempo. A meta é uma pele mais calma, menos coceira e noites e dias melhores.
Quando procurar uma alergista
Se a coceira atrapalha o sono, se as lesões voltam sempre, se a pele não melhora com o hidratante comum, ou se é o seu bebê ou a sua criança que sofre com isso, vale uma avaliação.
Perguntas frequentes
Dermatite atópica tem cura? É uma condição crônica, mas muito controlável. Muitas crianças melhoram bastante com o tempo, e o acompanhamento mantém a pele sob controle.
É alergia a algum alimento? Nem sempre. Alimento é gatilho em parte dos casos, e é a investigação que define, sem cortar comida por conta própria.
É contagiosa? Não. Não se pega e não se passa para ninguém.
Posso usar qualquer hidratante? O ideal são produtos suaves, sem perfume, e a orientação certa para o seu caso, porque a pele atópica é sensível.
Conviver com coceira e pele em carne viva não precisa ser o normal. Vamos cuidar da sua pele com um plano feito para você.
Dermatite de contato: quando a pele reage sempre no mesmo lugar
Vermelhidão, coceira ou bolhinhas na pele sempre no mesmo ponto, onde encosta o relógio, a bijuteria, um cosmético ou um produto de limpeza? Isso pode ser dermatite de contato, e o local da reação já conta parte da história.
O que é a dermatite de contato
A dermatite de contato é uma reação inflamatória da pele no ponto que entra em contato com alguma substância. Ela tem duas formas: a irritativa, quando a substância agride a pele diretamente, e a alérgica, quando o sistema imune reage a um alérgeno específico. Uma marca típica é a lesão ter o formato do que encostou.
Por que ela acontece
Ela surge do contato repetido com irritantes ou da sensibilização a um alérgeno. Os gatilhos mais comuns são o níquel (de bijuterias, botões e fivelas), fragrâncias e cosméticos, produtos de limpeza, luvas e alguns materiais de trabalho.
A pista está no onde
Aqui a investigação é meio trabalho de detetive: o local e o padrão da lesão apontam o culpado. Uma reação no lóbulo da orelha ou no pulso fala de bijuteria; nas mãos, de produtos ou luvas; no rosto, de cosméticos. Descobrir isso é o que muda o rumo do tratamento.
Como eu investigo o seu caso
Faço uma história detalhada (o que você usa, com o que trabalha, o que mudou na rotina), examino a pele e, quando indicado, uso o teste de contato (patch test), que identifica a qual substância a sua pele reage.
A dermatite de contato tem tratamento
Sim, e o centro dele é identificar e afastar o agente que causa a reação, junto com o cuidado da pele e a medicação para acalmar a inflamação. Descobrir o gatilho muda tudo, porque, nesse caso, evitar é grande parte da solução.
Quando procurar uma alergista
Se as lesões voltam sempre no mesmo lugar, se parecem ligadas a algo que você usa ou toca, ou se não melhoram, vale investigar, ainda mais quando isso atrapalha o seu trabalho ou o seu dia a dia.
Perguntas frequentes
Preciso descobrir a substância? Sim, é o que direciona o tratamento. O teste de contato ajuda a identificar o alérgeno com precisão.
O níquel é mesmo tão comum? É, sim, uma das causas mais frequentes de dermatite de contato alérgica.
Some se eu parar de usar? Afastar o agente é o principal. Com isso, e com o cuidado da pele, a maioria dos casos melhora bem.
É a mesma coisa que dermatite atópica? Não. São condições diferentes, com mecanismos e abordagens diferentes, por isso o diagnóstico certo importa.
Se a sua pele reage sempre no mesmo lugar, dá para descobrir o porquê. Vamos investigar o gatilho e cuidar disso juntos.
Alergia alimentar: entender o que é (e o que não é)
Depois de comer certo alimento vêm coceira, manchas, inchaço ou sintomas na barriga? Ou você desconfia de um alimento, mas não tem certeza? Entender o que é, e o que não é, alergia alimentar é o primeiro passo para viver com segurança e sem restrição desnecessária.
O que é a alergia alimentar
A alergia alimentar é uma reação do sistema imune a um alimento. Ela pode causar sintomas na pele (como urticária e inchaço), respiratórios, digestivos e, em casos mais sérios, reações generalizadas. É diferente da intolerância, que é uma dificuldade de digerir algo (como a lactose) e tem outro mecanismo.
Por que ela acontece
Na alergia, o sistema imune identifica uma proteína do alimento como ameaça e reage a ela. Os alimentos mais envolvidos mudam com a idade: leite, ovo, trigo e soja são mais comuns na infância, enquanto amendoim, castanhas, frutos do mar e peixe aparecem bastante também na vida adulta.
Alergia ou intolerância? A diferença que muda a conduta
Essa distinção é decisiva. Confundir as duas leva a cortar alimentos sem necessidade ou, ao contrário, a subestimar um risco real. Por isso o ideal é não excluir alimentos por conta própria antes de investigar, tanto para não restringir a vida à toa quanto para não correr riscos.
Como eu investigo o seu caso
Parto de uma história cuidadosa: o que você comeu, quanto tempo depois surgiram os sintomas, quais foram e com que frequência se repetem. A partir daí, quando indicado, uso testes direcionados. Em alguns casos, o diagnóstico envolve etapas específicas que são feitas sempre com acompanhamento médico.
A alergia alimentar tem manejo
O cuidado começa por identificar com segurança o alimento envolvido, orientar como evitá-lo e ler rótulos, preparar um plano para o caso de uma reação e acompanhar ao longo do tempo. O objetivo é segurança e qualidade de vida, sem restringir mais do que o necessário.
Quando procurar uma alergista
Se você tem reações repetidas ligadas a alimentos, inchaço ou urticária depois de comer, ou dúvida sobre qual alimento é o responsável, vale investigar. Reações que envolvem dificuldade para respirar ou inchaço de garganta são emergência e pedem atendimento imediato.
Perguntas frequentes
Alergia e intolerância são a mesma coisa? Não. A alergia envolve o sistema imune; a intolerância é uma dificuldade de digestão. A investigação diferencia as duas.
Alergia alimentar tem cura? Algumas alergias da infância podem ser superadas com o tempo, e o acompanhamento avalia isso. Outras exigem cuidado contínuo.
Posso cortar o alimento sozinho? O ideal é investigar antes, para não restringir à toa nem mascarar o diagnóstico. A orientação faz diferença.
Como sei se é grave? A avaliação define a gravidade. Reações que envolvem a respiração ou a garganta são emergência e precisam de socorro imediato.
Entender a sua alergia alimentar é o caminho para comer com tranquilidade e segurança. Vamos investigar isso com cuidado, do seu jeito.